Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Assembléia de Julho! Em frente ao Parque das Dunas, 15h


Galera,

A Assembléia de Julho da Bicicletada acontecerá este domingo, dia 5, às 15h, em frente ao Parque das Dunas.

Não é para entrar no Parque, a gente se concentra na frente mesmo e a grana que a gente economiza sem entrar, a gente direciona pro movimento.

Vai se decidir o percurso de Julho, se discutir como foi Junho, o que pode melhorar, o que foi bom e precisa ser aperfeiçoado e todas as idéias que rolarem!

Apareçam, venham de Bicicleta, e construam esse momento fundamental para a Bicicletada, a Assembléia.

Bicicletada Natal

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Panfleto "Oficial" reformulado!

(panfleto oficial - para visualização)


(panfleto oficial - para impressão)
Galera,

Um dos pontos tratados na Assembléia do dia 14 de Junho foi quanto ao material de divulgação. Se sugeriu que reformulássemos o panfleto que tínhamos, sob alegação de que era muito poluido.

O que foi feito é que se deixou as informações mais espaçadas, para os olhos poderem caminhar melhor pelo panfleto, além de acrescentarmos a informação sobre qualquer veículo não motorizado ser bem vindo e também a notinha para que não joguem o panfleto no lixo.

Chame seus amigos e junte-se a nós!

VENHA PEDALAR NA PRÓXIMA BICICLETADA!

Dia: 28 de Junho
Hora: Concentração às 15h e saída às 16h.
Local: Nos encontramos em frente ao IFRN (Antigo CEFET - Salgado Filho).
Percurso: Até o Parque da Cidade! - Mas não se assustem, faremos paradas "estratégicas" para descansar de todas as ladeiras que houverem pelo caminho.

(E não esqueçam, tragam água e venha de capacete!)

Bicicletada Natal

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

BICICLETADA JUNINA! 28 de Junho - 15h - Em frente ao CEFET



Galera,

No dia 14 de Junho houve a Assembléia da Bicicletada-JUN (a divulgação foi via orkut - perdoem não ter sido divulgado no blog). Entre outras pautas, decidimos o percurso da Bicicletada de Junho, que ocorrerá no dia 28. - Vale salientar que agora, entre cada Bicicletada acontece uma Assembléia para decidir os pontos importantes e fazermos discussões pertinentes.

A Bicicletada de Junho sairá do IFRN (antigo CEFET) até o Parque da Cidade, que se localiza no prolongamento da Prudente. O objetivo é protestar contra o abandono que o Parque vem sofrendo por parte da Prefeitura. Como junho é mês de São João, deixa-se a sugestão para quem quiser vir com roupa junina (embora deva ser igualmente confortável para andar de bicicleta).


(GALERA, AI ESTÁ O CARTAZ DA BICICLETADA DE JUNHO! DIVULGUEM!)

ABAIXO seguem algumas fotos da Assembléia, que aconteceu em frente ao Parque das Dunas.

A galera reunida! Venha para a próxima Assembléia, que acontece entre cada Bicicletada.

Respeite o Ciclista!

Nossas queridas amigas!

(Super capacete e camiseta da Bicicletada!)

Chame seus amigos e junte-se a nós!

VENHA PEDALAR NA PRÓXIMA BICICLETADA!

Dia: 28 de Junho
Hora: Concentração às 15h e saída às 16h.
Local: Nos encontramos em frente ao IFRN (Antigo CEFET - Salgado Filho).
Percurso: Até o Parque da Cidade! - Mas não se assustem, faremos paradas "estratégicas" para descansar de todas as ladeiras que houverem pelo caminho.

(E não esqueçam, tragam água e venha de capacete!)

Bicicletada Natal

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Sexta Ecológica e debate sobre Sociedade do Automóvel no CEI e na UFRN

Galera,

Na sexta-feira, dia 5 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Bicicletada terá duas atividades simultâneas.

A primeira é a exibição do filme "Sociedade do Automóvel" e debate subsequente na UFRN, parte da Sexta-feira Ecológica, programação da Semana do Meio Ambiente da UFRN. Acontecerá às 9h da manhã no auditório da OTE, Oficna de Tecnologia Educacional, mais conhecida como videoteca, no Centro de Convivências. Lá estarão Amanda e Alê para coordenar as atividades e quem mais da Bicicletada quiser aparecer.

A segunda é a palestra e exibição de vídeo sobre a Bicicletada Natal no CEI (Centro de Ensino Integrado), também às 9h que será ministrada por Taoan e Clara. A presença no escola foi uma articulação de Clara junto à direção e coordenações da escola e poderá contar com outras atividades em breve.

Vamos lá, pessoal, multiplicar as iniciativas de conscientização sobre o tema da sociedade do automóvel, levando questionamentos e conhecimentos a respeito do tema, por uma "sociedade sem cinzas"!

Apareçam!

1. O QUÊ?
Exibição de Sociedade do Automóvel e debate promovido pela Bicicletada.
ONDE?
UFRN, na OTE (Videoteca), que fica no Centro de Convivências, perto do NAC (Núcleo de Arte e Cultura).
QUEM?
Bicicletada! Todos que quiserem vir ver e conversar!
QUANDO?
Sexta feira, dia 5 de Junho, às 9h.

2. O QUÊ?
Palestra e exibição de vídeo sobre a Bicicletada Natal.
ONDE?
No CEI, Centro de Ensino Integrado (Mirassol?).
QUEM?
Bicicletada!
QUANDO?
Sexta feira, dia 5 de Junho, às 9h.

Bicicletada Natal

Bicicletada de Maio foi fantástica!


Galera,

A Bicicletada de Maio foi fantástica! No domingo, dia 31, contamos com a presença de 60 a 70 ciclistas que pedalaram juntos até o Rio Potengi gritando frases de "Isso aqui não é passeio, é Bicicletada!" e "Menos gasolina, mais adrenalina!".

Na concentração em frente ao IFRN (antigo CEFET) tivemos dois momentos, primeiro o alongamento feito por Flávio (prof. de Tai Chi) e depois o momento para passar para todos informações de segurança, objetivos do grupo, idéias gerais sobre a Bicicletada para o pessoal que estava vindo pela primeira vez.

Após, todos se organizaram e entramos na Bernardo Vieira, por onde seguimos até a Ponte de Igapó. Foi muito prazeroso o trajeto, exceto pelo sol que castivaga um pouco. Chegando na Zona Norte, paramos para fazermos o tradicional "levante das Bicicletas" ao grito de "Bicicletada!", momento este registrado na foto acima. E após voltamos tranquilamente, já com o sol se pondo, aproveitando os primeiros momentos da noite.

Equipe de Apoio

Um diferencial muito importante desta Bicicletada foi que pusemos em prática a organização de uma equipe de apoio, 10 ciclistas vestindo um colete feito pela Bicicletada (laranja, escrito Bicicletada Natal nas costas) os quais estavam responsáveis por auxiliar o grupo a manter-se na faixa ocupada pela Bicicletada, manter o ritmo, animar a galera e garantir a segurança nos cruzamentos.

Os coletes foram confeccionados por Theu e a serigrafia foi feita por Kimba. A articulação dos 10 foi excelente e permitiu uma experiência concreta da segurança que podemos garantir para o grupo nós mesmos, independentemente.

Próxima Assembléia

Ficou agora a necessidade de marcarmos a próxima Assembléia da Bicicletada para discutirmos o trajeto e iniciativas para a Bicicletada de Junho.

Também precisamos nos articularmos para pintar a bandeira (há semanas que se vem tentando fazer isso. Iremos conseguir!). Kimba vai pintar várias camisetas para serem distribuidas à preço de custo pra galera!

Vamos lá, cada vez mais organizados podemos fazer um Movimento consciente e capaz de intervir e interagir com a sociedade, promovendo mudanças significativas!


Chame seus amigos e junte-se a nós!

VENHA PEDALAR NA PRÓXIMA BICICLETADA!

Dia:
28 de Junho
Hora: Concentração às 15h e saída às 16h.
Local: Nos encontramos em frente ao IFRN (Antigo CEFET - Salgado Filho).

Mais idéias

ACABA hoje o século do Automóvel
(texto retirado de Apocalipse Motorizado)


Há exatamente um século, os primeiros Ford T começavam a soltar fuligem, gases e partículas tóxicas nas ruas dos EUA. O primeiro “carro do povo” da história humana foi oficialmente concluído em 27 de setembro de 1908, mas as primeiras unidades só foram vendidas em 1 de outubro daquele ano.

Apelidado no Brasil de “Ford bigode”, o modelo produzido inicialmente em Detroit pode ser considerado não apenas um marco na história da hegemonia do automóvel sobre as cidades, mas também o início de uma das maiores falácias do capitalismo moderno: o mito de que todos podem (ou devem) ter um carro.

A grande inovação do Ford T não aconteceu no interior do bólido, na aerodinâmica, na velocidade máxima alcançada ou no consumo de combustível. Aliás, o Ford T gastava um litro de gasolina a cada 7 km, média muito parecida com a dos Stupid User Vehicles que destroem as cidades contemporâneas 100 anos depois.

A “revolução” do Ford T aconteceu dentro das fábricas. Foi com este modelo que a empresa de Henry Ford consolidou o sistema de produção que marcaria o século XX: a linha de montagem.

Usando a racionalidade capitalista da época, Ford descobriu que a produtividade de sua indústria seria alavancada se os operários permanecessem parados enquanto uma esteira movimentava o produto pelos diversos setores da fábrica. Se antes um mesmo operário montava o chassi, instalava a lanterna e colocava o estofamento, na linha de produção fordista cada operário era responsável por uma única função ou estágio da produção.

A divisão de trabalhos complexos (a produção de um carro) em diversos estágios simples (o apertar de um parafuso) permitiu a utilização de mão-de-obra menos qualificada e, principalmente, o aumento exponencial da produção e dos lucros da empresa.

O conceito da linha de montagem, junto com outras práticas capitalistas do início do século passado, foi chamado de “fordismo”, servindo como base para toda a indústria durante o século XX. Serviu também de inspiração para Charles Chaplin no clássico “Tempos modernos”, que conta a história de um angustiado “apertador de parafusos” em busca da felicidade para além das engrenagens.

Para enteder melhor o impacto da linha de produção: em 1913, a Ford tinha 13 mil empregados e produziu cerca de 260 mil carros. No mesmo ano, os 65 mil empregados das demais fábricas de automóveis produziram 286 mil unidades. Ou seja, com 5 vezes menos operários, a linha de montagem fordista garantia a mesma produção que os concorrentes.

Com a redução da folha de pagamento e o aumento da produção, a Ford pôde vender carros mais baratos que a concorrência e consolidou seu modelo como o primeiro carro “popular” da história, atingindo a marca de 15 milhões de unidades vendidas entre 1908 e 1927. Ou seja, em 19 anos a Ford colocou pouco menos do que três frotas paulistanas de 2008 para competir com bondes, trens, pedestres, ciclistas, praças e áreas de convivência. Não é preciso dizer quem venceu a disputa ao final do século XX.

A racionalidade fordista daquele início de século XX, tão eficiente para aumentar lucro e produção, só não contemplava uma variável: a finitude dos recursos. E não se trata apenas de combustíveis fósseis, aço ou ar limpo, mas também (e principalmente) de um recurso que se tornou cada vez mais precioso à medida em que a humanidade abandonou o campo e passou a viver majoritariamente em cidades: o espaço.

Números e lucros são infinitos. A submissão humana a trabalhos degradantes ou a desesperada luta pela sobrevivência também provaram ser bastante elásticas ao longo dos séculos. Mas a falácia fordista não considerou que é absolutamente impossível cada ser humano adulto possuir um automóvel, simplesmente porque não existe espaço para que todos estes carros sejam acomodados junto com as pessoas (isso para não falar dos recursos para produzir e alimentar a máquina).

A consolidação do automóvel como o símbolo maior do Ocidente fez com que boa parte dos países e cidades passassem boa parte do século XX em uma insana e degradante corrida em busca de recursos, idéias e espaço (muito espaço) para acomodar e alimentar os carros.

(av. Tiradentes - São Paulo - SP)

O automóvel foi, sem dúvida, uma das principais invenções do século XX. No entanto, depois de 100 anos de “popularização”, o impacto negativo também é inquestionável.

No momento em que a idéia de um carro por pessoa começa a cair por terra, surgem novas falácias para manter a hegemonia do ultrapassado automóvel.

Plantio de árvores para compensar as emissões de carbono das máquinas de uma tonelada que levam 70kg de gente, carros elétricos (como se a energia elétrica não gerasse impacto para ser produzida), programas de carona (afinal, para que serve o transporte público?), e um bombardeio de comerciais que associam automóveis à natureza. Em inglês, a tática é chamada de “greenwashing”, ou “lavar de verde”.

A lógica das ações de “greenwashing” é falaciosa, tão insustentável quanto a idéia fordista de “um automóvel por pessoa”.

Quantos bilhões de árvores deveriam ser plantadas para “neutralizar” a emissão de carbono da frota motorizada?

Mesmo que todos os usuários de automóveis só andassem em carros com quatro pessoas dentro (situação inimaginável), será que a redução de todo o impacto provocado pelos automóveis para 25% do que é hoje tornaria o automóvel “sustentável”?

Será que 1/4 de SUV pode ser chamado de “sustentável”?

E o que faríamos se o indíce de possuidores de automóveis em São Paulo dobrasse para 60% da população, seguindo a tendência proposta por Ford?

Quantas usinas de Itaipu seriam necessárias para alimentar uma frota inteira de carros elétricos?

Se o automóvel (assim como inúmeras invenções do século XX) trouxe uma porção de melhoras na condição de vida das pessoas, o século XXI deveria começar com uma profunda e sincera análise dos impactos negativos destas inveções.

A principal diferença é que, ao contrário de 1908, não teremos mais 100 anos de existência para descobrir que a falácia fordista e as ações de “greenwashing” têm como principal objetivo a multiplicação dos lucros, a manutenção do status-quo e a aniquilação de toda e qualquer crítica, e não o bem-estar da população ou o equilíbrio da vida e do planeta.


http://www.apocalipsemotorizado.net/2008/10/01/acaba-hoje-o-seculo-do-automovel/

Podemos mudar! - Texto de Michael Moore muito interessante sobre a GM e o futuro dos Estados Munidos da Guerra (EUA)


Galera,

Vejam esse texto escrito por Michael Moore, cineasta independente e importante crítico da sociedade americana. E analisem também o seguinte que as propostas que ele coloca são aplicáveis, por exemplo, também no Brasil, porém é preciso entender todo o contexto que enche de obstáculos nosso caminho, como os interesses econômicos e políticos contrários envolvidos além de uma cultura construida para rejeitar ações desse tipo.

É um texto fantástico, aproveitem.

(filme de Michael Morre sobre a GM - 1989)

ADEUS, GENERAL MOTORS

por Michael Moore (traduzido por Luddista)

Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim.

Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares cheios de ansiedade a respeito do futuro da GM e da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estão abandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em uma cidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?

É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescência programada” – a decisão de construir carros que se destroem em poucos anos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado ela mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah, e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores” carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar” sua produtividade a curto prazo.

No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes, milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outros países, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadores americanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda de tantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte dos compradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesma maneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento do sistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaram chumbo em seus aquedutos.

Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo ainda não está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazer da vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal, trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física e mental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas que cresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21 mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam o emprego.

Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros! Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa de carros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostos jogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeito disso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosa infra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve ser prioridade máxima.

Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elas poderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energia alternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta que a melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala e ônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura se deixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obra especializada?

Já que a GM será “reorganizada” pelo governo federal e pela corte de falências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dos trabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fiz o filme “Roger & Eu”, onde tentava alertar as pessoas sobre o futuro da GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessem ouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse ter sido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideia seja considerada:

1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a Pearl Harbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerra e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros em indústrias de transporte coletivo e veículos que usem energia alternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu sua produção de automóveis e adaptou suas linhas de montagem para construir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levou muito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados.

Estamos agora em um tipo diferente de guerra – uma guerra que nós travamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderes corporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Os produtos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hoje verdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudanças climáticas e pelo derretimento da calota polar.

As coisas que chamamos de “carros” podem ser divertidas de dirigir, mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza. Continuar a construir essas “coisas” irá levar à ruína a nossa espécie e boa parte do planeta.

A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria do petróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo o petróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão “chupando até o caroço”. E como os madeireiros que ficaram milionários no começo do século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações.

Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem ser verdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta. À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para o surgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro de gasolina.

Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamente converter suas fábricas para novos e necessários usos.

2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que ela continue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro para manter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar a construir os meios de transporte do século XXI.

3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. O Japão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala este ano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média de atrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5 décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologia capaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas de trem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso. Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem por todo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami a Washington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode ser feito agora.

4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos leves sobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construa esses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local para instalar e manter esse sistema funcionando.

5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas de bonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamente eficientes e limpos.

6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carros híbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para que as pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então se ainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais. Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acredite em quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos – isso não é verdade)

7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços para moinhos de vento, painéis solares e outras formas de energia alternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente. E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.

8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus ou trens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energia alternativa.

9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de imposto em cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoas convertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar as novas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irão construir.

Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, já que uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construir mais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo.

Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também. Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através da janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É um novo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dos trabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar esse momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.

Ontem, a última sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte certa naquela noite e viveu por mais 97 anos.

Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as “Flint – Michigans” deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que nós podemos fazer um trabalho melhor.

Acaba hoje o século do automóvel

Bye-bye General Motors, Hello (again) General Locomotives (em inglês)

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FONTE:

http://www.apocalipsemotorizado.net/2009/06/02/adeus-general-motors/

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Refletindo...


Reflexões sobre Natal e a Sociedade do Automóvel

No sítio eletrônico da STTU e do DETRAN-RN se encontram alguns dados sobre o trânsito de Natal. Consta lá que Natal possui em 2009 uma frota de 269 mil carros (aproximadamente) e 712 ônibus no total, dos quais, efetivos, apenas 646 (essa diferença considera os que estão em manutenção, quebrados, etc). Diariamente são 530 mil usuários de ônibus. Com essas dados, eu faço duas continhas simples. Primeiro faço a constatação - Natal é uma cidade pequena e já abarrotada de carros e vivemos em uma cultura onde cada um, assim que puder, irá comprar o seu "carrinho", logo, fazendo um cálculo simples, dividindo 530 mil por 3 (para equilibrar a parte dos usuários que usam duas vezes por dia e os que usam quatro vezes), são aproximadamente 176.666 usuários “absolutos” (aproximadamente) que, se pudessem, comprariam um carro. Imagine Natal com mais 176 a 200 mil carros? Isso sem contar o crescimento populacional da cidade.

A outra continha é que, para que os 269 mil motoristas passassem a usar o ônibus, seriam precisos apenas cerca de 1500 ônibus (dividindo 269 mil por 60 – capacidade normal do ônibus, considerando as 50 pessoas sentadas e 10 em pé – e depois novamente dividindo por três – períodos do dia -, já que essas pessoas usarão o ônibus em horários diferentes e não todas ao mesmo tempo). Ou seja, 269 mil carros poderiam ser substituídos por 1500 ônibus.

Agora faça um exercício de imaginação e tire todos os carros das ruas e substitua por esses ônibus, para os quais algumas reformas precisariam ser feitas para ampliar a estrutura de paradas de ônibus, nada comparado ao gasto e esforço técnico da construção de apenas um viaduto – para mais carros. Você conseguiria imaginar congestionamentos, se as linhas fossem bem distribuídas entre todas as avenidas e áreas da cidade (pois hoje a Salgado Filho possui bem mais linhas que a Prudente de Morais, por exemplo)? Você conseguiria imaginar um ar mais limpo, com o devido controle de revisão desses ônibus (e não adianta argumentar que os carros também podem ter controle de revisão, porque de todo modo, 269 mil é somente 179 vezes mais do que mil e quinhentos e logo, no mínimo 100 vezes mais poluição do que os ônibus, considerando que um ônibus polui mais que um carro, porém, 1 ônibus polui infinitamente menos que 60 carros).

Os números são impressionantes, quando fazemos esses cálculos para uma cidade como Natal. E se fizéssemos os cálculos para São Paulo, que em 2008 alcançou a “gloriosa” marca de 6 MILHÕES de veículos? Que impacto ambiental isso não tem? Que impacto positivo não teria a supressão dessa multidão absurda de veículos?

Temos que lembrar de duas coisas - na nossa sociedade o carro possui duas características, primeiro ele é um símbolo do indivíduo/individualismo. Muitas pessoas se auto-afirmam através de seus carros, por isso acontece o fenômeno que eu acredito todos já tenham notado de que muita gente em Natal prefere viver em uma casa simples e ter uma 4X4 na garagem, ao invés de ter uma casa melhor e um carro simples, o que é uma contradição, pois se vive de aparências. Segundo, o carro também está associado à ascensão social. Ter um carro dá status, andar de ônibus não.

A lógica nessa cultura é que “quem é totalmente miserável, só anda a pé (praticamente os indigentes), quem já tem algum meio de subsistência, anda de bicicleta. Subiu um pouco na vida, pega ônibus, apesar de sofrer com o sucateamento, e no topo da cadeia, está o carro. Essa é uma cultura extremamente perversa e totalmente alinhada com a Indústria Automobilística que é motor chave da maioria das grandes economias, desde os EUA, passando pela França, Alemanha. No Brasil não é diferente.

A histórica cultura do "american way of life" se demonstra em todos os países ocidentalizados, entre outras coisas, através desse fato. Desde JK que o Brasil passou a priorizar essa indústria, sucateando ou destruindo totalmente o transporte ferroviário (de todos os terrestres, o mais eficiente) e o coletivo de maneira geral para privilegiar o carro particular, o caminhão (que estupidamente veio substituir o trem), etc. E sabe por que isso? Porque na época os grandes fabricantes de trem eram os europeus (e ainda são). Os americanos fabricavam carros. Tanto que por muito tempo e ainda hoje, a maior marca de automóvel é americana, a GM, mas também a Wolksvagem teve grande influência nessa época.

Como não bastasse isso, a superlotação das cidades por carros, onde casas (principalmente da população pobre) são derrubadas para abrirem-se mais estradas, com viadutos construídos para dar vazão a mais carros, com BRs sendo duplicadas para mais carros e sempre mais carros e em tudo mais carros, a questão não é só essa, de não existir espaço suficiente no mundo para todos quererem ter um carro. Também há o fato do carro (essa máquina de fazer fumaça) ser o principal responsável pela emissão de gases do efeito estufa na atmosfera (aqui no Brasil só não é mais porque a Indústria da Cana, da Soja e a Pecuarista queimam milhões de hectares de mata nativa por ano para abrir espaço para a monocultura e para o gado).

O impacto ambiental da sociedade/cultura do automóvel é devastador e os efeitos climáticos já são por demais conhecidos de todos, com centenas de estudos analisando e comprovando como a Atmosfera está superaquecendo e quais os impactos de aquecermos um planeta inteiro 3 a 4ºC. Tanto a questão da elevação do nível do mar, que varrerá da face da Terra cidades como o Rio de Janeiro, Recife e demais cidades baixas, como também o aumento de terras improdutivas porque as culturas são relacionadas ao clima e muitas áreas onde hoje é agricultável arroz, feijão, trigo, soja e etc. não será mais com esse aumento de temperatura (porque é 3 ou 4ºC na média planetária, mas localmente, as variações são muito maiores, como a questão da seca na Amazônia que todo ano se alastra), e muitas outras consequências.

Ainda poderia citar questões "menores", como o prejuízo imediato à saúde devido ao ar poluído das grandes cidades (e muitos pontos de Natal onde o tráfego é constante podem ser incluídos nessa situação), danos respiratórios, alérgicos, irritação dos olhos, diminuição de hemoglobinas no sangue, menor taxa de oxigênio no sangue (devido à exposição ao monóxido de carbono, que inutiliza hemoglobinas), mil problemas causados pela exposição constante ao coquetel venenoso que é a fumaça do carro.

Por fim, há o que citei no início de maneira suave, o "individualismo motorizado". Essa é uma análise construída pelo movimento de que compartilho por experiência própria. O carro gera uma barreira entre o motorista e o "resto". No carro, a pessoa está totalmente cercada, toda a lataria, os vidros, muitas vezes películas, ar-condicionado, música alta. Tudo isso entorpecem o motorista, fazendo-o se distanciar psicologicamente da realidade externa. Dentro do carro o motorista não percebe a poluição que gera, o barulho, o espaço que ocupa (espaço de meio ônibus - onde poderia ser transportadas 20 a 25 pessoas, ocupado por uma só pessoa no carro), etc. Todos esses fatores são ignorados, pois a pessoa está naquela "atmosfera artificial" que é o interior do carro. Lógico que se a pessoa não usa película, nem tem ar-condicionado ou música no veículo, esses efeitos diminuem, mas considerem que o "ideal" de carro é o que tem todos esses atributos.

Essas barreiras aumentam a sensação egoísta do indivíduo, ele se sente sozinho naquele espaço, ignorando qualquer responsabilidade que possa ter com o coletivo. Ignora que a qualidade do ar que todos respiram depende dele, que a qualidade de vida da cidade depende dele (dele e de todos). Morre o coletivo, assume o indivíduo e nisso continuamos nessa sociedade doentia e devastadora, venenosa e viciada, a "sociedade do automóvel".

Muitas outras questões estão envolvidas, mas esses são alguns dos principais.

E ninguém deveria usar veículos particulares, só coletivos/públicos?

Para finalizar, alguém perguntaria – E ninguém terá o direito de possuir um veículo particular? Uma propriedade privada para seu transporte, quando quiser se locomover para onde não houver transporte coletivo ou público? Certamente que nunca se propôs isso, pois seria ilógico. A questão está no uso do dia-a-dia e no uso racional de recursos.

O primeiro ponto trata da questão de que na maior parte do tempo em que os motoristas usam o carro, é para fazer percursos rotineiros, de casa para o trabalho, da escola para casa, etc. Principalmente no horário do início do trabalho, do almoço e na hora do fim do turno de trabalho esse percurso é realmente sempre o mesmo (raramente ele muda). Assim, nesses casos, o uso do transporte coletivo é perfeitamente possível e muito mais vantajoso, pois evitaria todos os malefícios anteriormente citados. E outra questão, para muitos trajetos onde o ônibus não é vantajoso, porque demora, porque está cheio, etc. essa questão poderia ser perfeitamente sanada com uma administração correta do Transporte, que deveria ser público (posto ser um serviço essencial, tanto quanto a educação e saúde), ou seja, pago com os impostos e não com uma tarifa. Tendo qualidade e sendo gratuito, quem não preferiria andar de ônibus a andar de carro? Para quem ainda preferir o automóvel, a única explicação é a cultura de consumo do carro, o qual, desde pequenos, somos ensinados a desejar. Sem essa cultura, invertendo-se essa idéia, se torna inexplicável tal opção.

Logicamente que veículos que não tem o simples transporte como objetivo, como ambulâncias, carros de bombeiro, veículos dos meios de comunicação, veículos para levar pequenas cargas, etc. não entram nessa crítica, porque seus objetivos são específicos.

A segundo ponto encontra-se com o primeiro. Trata-se da irracionalidade e desproporção do carro. Este é um veículo “desenhado” para levar cinco passageiros, porém, na maior parte do tempo, leva no máximo dois, e prioritariamente um. Então ele tem o tamanho de um transporte para cinco pessoas, um motor desenvolvido para locomover cinco passageiros, todas as características feitas para estes cinco passageiros e. no entanto, majoritariamente, só leva um.

O problema disso é a super-ocupação de espaço urbano pelo carro, causando congestionamentos das vias, lotação de espaço para garagem, vagas, etc. Espaços que poderiam ser usados para moradias, escolas, praças, teatros, lazer em geral, cultura em geral, educação em geral, passa a ser usado para construção de estradas, ruas, avenidas, garagens, espaço para vagas, edifícios garagem e outros aparatos dedicados ao carro. Por que isso é preocupante? Para tudo precisa haver um espaço, não é? Não, porque há grande desproporção nessa equação. O carro na “sociedade do automóvel” é priorizado em detrimento de muitos outros aspectos da sociedade. A quantidade de recursos gastos para manter as ruas em bom estado ou tentar remediar o péssimo estado das vias é gigante. O montante gasto pelos Governos Estaduais e Federais para duplicar e expandir as estradas estaduais e inter-estaduais é gigante.

Como exemplo, leia-se a notícia publicada pela Agência Brasil, importante Agência de Notícias brasileira.

Governo amplia recursos do PAC destinados a rodovias

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil






Brasília - As novas projeções para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) divulgadas hoje (4), que estimam acréscimo de R$ 142 bilhões e elevam para R$ 646 bilhões as expectativas de recursos para as obras até o ano que vem, atendem a mais 5.800 quilômetros na duplicação e construção de rodovias, com um custo de R$ 24,7 bilhões.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/02/04/materia.2009-02-04.5663394047/view

O orçamento do MEC de 2009 é de cerca 40 bilhões, lógico que acrescido dos recursos do Plano de Desenvolvimento da Educação, o PAC da Educação, que é de R$ 60 bilhões, chega aos 100 bilhões, distribuídos nos quatro anos de governo (o recurso do PDE). Comparando-se, podemos perceber que se gasta mais neste país com estradas do que com educação. Que sociedade é esta a que vivemos? Que prioridades têm essa sociedade? Para onde estamos indo? Para um mundo melhor para todos, saudável, humano, ou para um planeta destruído pela ganância e individualismo, que entre outras coisas, dá prioridade ao carro antes de às pessoas?

Façamos essa reflexão.

Bicicletada Natal


Sítios eletrônicos:

STTU - http://www.natal.rn.gov.br/sttu/paginas/onibus.php

DETRAN-RN - http://www.detran.rn.gov.br/ <- Ver "estatísticas - frota de veículos"

Domingo, 31 de Maio de 2009

PANFLETO!!!


Olá Galera!

PROCUREM NÃO IMPRIMIR PANFLETOS DATADOS!!! Sempre divulgue a data geral "TODO ÚLTIMO DOMINGO DO MÊS".

Bicicletada Natal

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Bicicletada de Maio! Venha para a rua, ela também é sua!


Galera,

Na última Assembléia da Bicicletada (17/05) conversamos sobre a Bicicletada de Maio e seu intinerário. Nas últimas semanas a Bicicletada foi convidada para integrar a Semana do Meio Ambiente da UFRN e eu (Alessandro) estou participando das reuniões para discutir como vai acontecer.

Nisso surgiu a possibilidade de a própria Bicicletada do dia 31 de maio já integrar a semana através do Ato anualmente organizado pelo grupo Ser Ecológico (UFRN) chamado Abraço ao Rio (em protesto contra a destruição dos nossos rios Potengi e Pitimbu).

Ou seja, a idéia era a Bicicletada culminar em um desses rios e no final de nosso percurso, fazermos o Abraço ao Rio, um abraço simbólico à um desses dois rios. Como ninguém foi contra em apoiarmos e integrarmos essa iniciativa, a decisão consistia em "qual dos dois rios/qual dos dois intinerários?" O trajeto ao Potengi seria via Bernardo Vieira e ao Pitimbu seria via prolongamento da Prudente. Conversando sobre essas opções e foi decidido pelo grupo abraçarmos o Potengi e irmos pela Bernardo Vieira.

Então, esse será nosso intinerário em Maio. A Bicicletada seguirá pela Bernardo Vieira até a Ponte Velha, será feito o "Abraço ao Rio" (abraço simbólico com todos de mãos dadas ao longo da ponte - além de estarmos com faixas e cartazes questionando a população que passa pela ponte sobre a destruição do rio) e depois o grupo voltará até o IFRN (CEFET)
junto.


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Além disso, também ficou acertado a questão da segurança e os batedores. Nós precisamos de nossos próprios batedores.

A Bicicletada é um movimento autônomo e independente, logo, não pode ficar dependendo da "Autoridade" que no dia-a-dia não cumpre seu "papel" de garantir segurança para a população e, logo, não faremos com que eles falsamente cumpram esse papel na Bicicletada através da polícia.

Para nossa segurança, basta termos organização e disciplina, tendo cicloativistas na Bicicletada dedicados a fazer a segurança do grupo, cuidando para que os novos participantes que aparecem todos os meses respeitem as "medidas de segurança" do grupo, como manterem-se no bloco, não abrirem "buracos" na Bicicletada, entre outras coisas.

Nesse objetivo, acertamos de que vamos fazer 'coletes' para diferenciar os "ciclo-batedores", de modo que isso seja respeitado.

Agora, é fazer uma grande Bicicletada em Maio e um forte Abraço ao Rio!

Chame seus amigos e junte-se a nós!

VENHA PEDALAR NA PRÓXIMA BICICLETADA!

Dia:
31 de Maio
Hora: Concentração às 15h e saída às 16h.
Local: Nos encontramos em frente ao IFRN (Antigo CEFET - Salgado Filho).
Intinerário: Até a Ponte de Igapó, onde faremos o "Abraço ao Rio", e de lá, voltaremos para o IFRN.

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Sessão Extraordinária! (...do filme SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL)



''Trabalhar para dirigir, dirigir para trabalhar: compre um carro, liberte-se do transporte público ruim. Aquilo que é público é de ninguém, ou daqueles que não podem pagar. Vidros escuros e fechados evitam o contato humano. Tédio, raiva angústia e solidão na cidade que não pode parar, mas não consegue sair do lugar. ''

um vídeo de Branca Nunes e Thiago Benicchio.


QUANDO? - Se liguem! Será já nessa quarta-feira, iniciando às 19:00h.
ONDE? - No bom e velho CEFET, sala de Projeções de Informática.

MEU DEUS! E onde é isso? Besteira... vamos colocar indicações no caminho, e pelo que eu sei esse povo que anda de bicicleta tem um senso de orientação bacana.


DIFICULDADES? aí vocês podem me ligar: Amanda (91622833). Ou ao Taoan.

Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Reunião dia 17 - Parque das Dunas - 14:30h


Galera,

É o seguinte, muitas e muitas questões estão sendo conversadas via internet, o que é muito mais cansativo e não é capaz de decidir ou chegar à conclusões satisfatórias.

Precisamos mesmo é multiplicar os momentos de discussão reais que temos, em reuniões, assembléias, encontros mensais (no mínimo) e até quinzenais para discutir e refletir sobre os temas pertinentes à Bicicletada, seus objetivos, seus princípios e seus meios de ação.

Antes, no primeiro ano de existência do movimento em Natal isso não acontecia nesse sentido porque éramos tão poucos que na própria Bicicletada mesmo já discutíamos e conversávamos sobre as questões. O problema era que muitas vezes eram pessoas diferentes que apareciam. De março para cá o número cresceu enormemente e essa necessidade se fez forte.

Já houve uma tentativa não muito feliz lá no Centro. Vamos fazer novamente, melhor desta vez! E vamos fazer sempre!

DIA 17 DE MAIO - DOMINGO - HAVERÁ UMA REUNIÃO/ASSEMBLÉIA DA BICICLETADA NATAL NO PARQUE DAS DUNAS, ÀS 14:30H/15H.

Lá poderemos discutir vários dos temas que estamos discutindo aqui, como métodos, segurança, batedores, objetivos, princípios, bandeiras, história do movimento, caráter político, etc, etc. E além disso, precisamos determinar qual será o percurso da Bicicletada de Maio.

Já existem duas possibilidades. A Bicicletada foi convidada pelo movimento Ser Ecológico e pelo CA de Ecologia-UFRN à participar da Semana do Meio Ambiente da UFRN. - Nisso, a idéia é integrarmos/apoiarmos (no dia 31) um movimento construido pelo Ser Ecológico - o Abraço ao Rio, que é um protesto social ambientalista contra a destruição do Rio Potengi e esse ano também do Pitimbu. A idéia é nosso intinerário terminar ou no Potengi (Ponte Velha) ou no Pitimbu (Prolongamento da Prudente) para podermos, no final da Bicicletada (no lugar final) fazermos o Abraço ao Rio, que é um abraço simbólico, em protesto ao descaso e destruição desses rios.
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Então, vamos todos nos encontrar no Parque, sentar e conversar bastante e decidir essas questões!
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ONDE? PARQUE DAS DUNAS (LOGO NA ENTRADA)
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QUANDO? DIA 17 DE MAIO (DOMINGO)
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O QUE? ASSEMBLÉIA/REUNIÃO DA BICICLETADA NATAL
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QUEM? TODOS!
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POR QUÊ? PARA DISCUTIRMOS SOBRE O PERCURSO DA BICICLETADA DE MAIO, CONVERSARMOS SOBRE AS QUESTÕES IMPORTANTES DA BICICLETADA
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Bicicletada Natal

Domingo, 3 de Maio de 2009

Reunião dia 10 sobre Plano de Mobilidade - ADIADA

FELIZ DIA DAS MÃES PARA TODAS AS MÃES DO MUNDO!


Dia 10 de Maio estava marcada uma reunião da ONG Aspoan (Associação Potiguar Amigos da Natureza - Ong que apóia o movimento voluntariamente e está sendo o nosso principal suporte em relação ao Plano de Mobilidade), às 18h, porém, pelo fato de ser dia das Mães foi adiada (no momento de marcar não se havia percebido que caia nesta data).

A pauta era o Plano de Mobilidade e seria na residência de Francisco Iglesias ( Escritório da "Iglesias Imóveis"), rua é paralela à Roberto Freire, descendo em direção ao mar, em frente à torre de celular. Será remarcada, possivelmente no próximo fim de semana, dia 17 de Maio, mas é algo a confirmar.

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Para quem é novo, o Plano de Mobilidade é um plano que vem sendo feito pela STTU desde o final do ano passado, a previsão de conclusão dele é agora em Maio. Esse plano contém todas as ações que irão ser tomadas pelo governo em relação à mobilidade e transporte em nossa cidade até o ano de 2020. Resumindo, essa e a chance que temos de conseguir alguma mudança concreta em nossa cidade no que diz respeito aos objetivos do movimento.

Bicicletada Natal

Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Cartaz da Bicicletada de Maio! Espalhem pelo mundo! - 31 de Maio


Galera! Ai está o cartaz de Maio! Espalhem por todos os cantos que vocês passarem! Em escolas, bancas, paradas de ônibus, paredes quaisquer desejosas de divulgar um mundo melhor.

E vejam que esse panfleto já conta com a nossa logo. Segue a imagem da Logo para quem quiser divulgá-la.



Chame seus amigos e junte-se a nós!

VENHA PEDALAR NA PRÓXIMA BICICLETADA!

Dia:
31 de Maio
Hora: Concentração às 15h e saída às 16h.
Local: Nos encontramos em frente ao CEFET (Salgado Filho).
Intinerário: A definir ;D

Domingo, 26 de Abril de 2009

Bicicletada de Abril - Fantástica! 70 pessoas por um mundo sem cinzas!




Galera,

A Bicicletada de Abril foi FANTÁSTICA! Histórica! Em março havíamos reunido 28 ciclistas e prometemos para abril ampliar os esforços e a divulgação para dobrar o número de participantes em Abril. Seria decisivo o resultado. Se conseguíssemos, era o sinal derradeiro provando que a Bicicletada Natal está crescendo e se organizando mais e mais.

E CONSEGUIMOS! Em Abril dobramos o números de pessoas, mais até! Foram 70 ciclistas que percorreram toda a Salgado Filho, a BR e a Roberto Freire até o Praia Shopping, mostrando para toda a cidade que a Bicicletada está aqui e não vai arredar pé!

Contamos também com a participação do grupo de percussão Pau e Lata, da UFRN, que tocou conosco antes de iniciarmos a pedalada, no IFRN (CEFET) e também quando chegamos em Ponta Negra. Foi lindo. O percuso de bicicleta terminou na rua interna em frente ao Shopping de Artesanato Potiguar.

A partir dali alguns se dispersaram e os que ficaram se reuniram para dar continuidade à Bicicletada. A idéia era todos se encaminharem para a Praça do Disco Voador (Ponta Negra) onde existe um Açaí para podermos desfrutar da delícia amazônica e conversarmos sobre o movimento.

Fizemos uma procissão onde o Pau e Lata foi caminhando na frente, tocando suas canções, o pessoal andando, levando suas bicicletas, acompanhando os percussionistas e duas pessoas à frente de todos com uma faixa da Bicicletada. Quando estávamos em frente ao Praia Shops, fizemos o "levante das bicicletas" com o grito "bicicletada!", momento marcante de toda Bicicletada. E continuamos caminhando até a praça. Lá nos sentamos na grama, em círculo, e conversarmos bastante, discutindo as coisas boas e as que precisam melhorar no movimento.

Foi perfeito! Agora é só trabalharmos, divulgarmos e nos organizarmos cada vez mais para que a Bicicletada de Maio seja ainda maior!


Todos que foram à bicicletada, chamem 2 ou 3 amigos para ir na próxima, que assim conseguiremos muito mais gente!

Bom galera, é isso... até a próxima, no dia 31 de Maio!


Bicicletada Natal